A sepsia neonatal é uma doença infecciosa com uma elevada taxa de mortalidade causada por agentes patogénicos que invadem a corrente sanguínea e infectam os recém-nascidos durante o período neonatal. Geralmente, não há manifestações clínicas específicas e é fácil causar um diagnóstico incorreto, levando a consequências graves ou mesmo à morte. 1) Geralmente causada por uma baixa imunidade intrínseca e pela invasão de bactérias patogénicas. Os recém-nascidos têm uma imunidade fraca e são extremamente susceptíveis a infecções. Os agentes patogénicos mais comuns são as bactérias ou outros agentes patogénicos. Os germes invadem a circulação sanguínea do recém-nascido e multiplicam-se nela, causando assim a infeção. 2) Clinicamente, os sintomas são inespecíficos, como pouca comida, pouco choro, depressão geral e fraqueza mental, ou sintomas como aumento do fígado e do baço, hemorragias e manifestações de choque. A presença de apenas um ou dois sintomas deve ser levada a sério, uma vez que existe a possibilidade de sépsis. Em particular, a iterícia, especialmente se for recorrente ou se agravar de forma acentuada, tem uma elevada probabilidade de ter sépsis. O tratamento da sépsis baseia-se geralmente na utilização de medicamentos anti-infecciosos, mas também se pode recorrer simultaneamente à terapia de suporte e à imunoterapia. Além disso, deve ser dada atenção ao tratamento atempado do choque e à proteção da função hepática e renal. Quando os pais detectam sintomas de sépsis, recomenda-se que se dirijam de imediato ao hospital para confirmar se a sépsis está presente. É também importante que os pais previnam e controlem as infecções nos recém-nascidos.