A febre é um sintoma, não um diagnóstico, e a causa mais comum é uma constipação viral ou uma infecção bacteriana das vias respiratórias superiores. A febre é comum durante a gravidez e ainda há um emaranhado em lidar com ela. Se não tomar medicamentos, pode recear que a temperatura elevada possa afectar o seu bebé, mas se o fizer, pode recear que a medicação possa ter um efeito adverso no seu bebé. De facto, não há necessidade de se preocupar com uma febre normal ou de a tratar, mas uma vez que a temperatura exceda os 38 graus, tem de ser levada a sério, e se exceder os 39 graus, tem de ser tratada. A literatura sugere que no início da gravidez, uma temperatura de mais de 39 graus durante mais de 48 horas está associada a uma maior incidência de defeitos congénitos. Para infecções bacterianas das vias respiratórias superiores, alguns métodos de arrefecimento físico podem ser experimentados para além dos antibióticos. Se isto não funcionar a curto prazo e a temperatura se mantiver a 39 graus ou mais, recomenda-se ainda um pequeno curso de antipiréticos (mais comummente paracetamol acetaminofeno), o que não afectará negativamente o feto. Se a temperatura continuar a subir acima dos 39 graus sem o uso de medicação antipirética, pode ter um efeito adverso sobre o feto. Se a febre for causada por uma constipação viral, os antibióticos não são eficazes.