A ventosa é uma terapia em que um frasco é utilizado como instrumento para gerar pressão negativa através da queima de fogo ou do bombeamento de gás, que é adsorvido na superfície do corpo e provoca estase sanguínea local, de modo a obter os efeitos de abertura dos meridianos e ativação de colaterais, ativação do qi e ativação da circulação sanguínea, eliminação de inchaços e alívio da dor, e dissipação do vento e dispersão do frio. A terapia com ventosas na China tem uma longa história, já na dinastia Han ocidental, escrita no livro de seda “fórmula das cinquenta e duas doenças” nos registos do “método do ângulo”, o método do ângulo é semelhante à geração posterior da terapia da lata de fogo. A terapêutica com ventosas era também predominante na Grécia e Roma antigas. A terapia de ventosas provoca uma pressão negativa no interior da lata através da exaustão, a borda da lata está firmemente ligada à superfície da pele, puxando os nervos, músculos, vasos sanguíneos e glândulas subcutâneas, o que pode causar uma série de reacções neuroendócrinas, regulando a diástole vascular, a função de contração e a permeabilidade vascular, melhorando assim a circulação sanguínea local. Tem uma vasta gama de adaptações e é habitualmente utilizada para mais de 100 tipos de doenças clínicas. Tais como paralisia causada pelo vento e pela humidade, dores lombares, nos ombros, nos braços e nas pernas, artralgia, entorse dos tecidos moles e constipação, dores de cabeça, tosse, asma, dores gástricas, vómitos, dores abdominais, diarreia, dismenorreia, hemiplegia, acidente vascular cerebral, etc.