A oclusão carotídea ainda pode ser tratada com endarterectomia?

  A artéria carótida é o “sangue vital do cérebro” e está em risco de estenose se não for protegida na vida quotidiana. A estenose da artéria carótida não é algo a ser tomado de ânimo leve e pode levar a acidentes vasculares cerebrais isquémicos graves e isquemia transitória recorrente. Além disso, existe um risco mais sério quando a placa instável se desalojar e entrar no cérebro com fluxo sanguíneo, bloqueando as artérias distais e causando um enfarte cerebral agudo.  Em geral, o grau de estenose carotídea aumenta de baixo para alto, com uma estenose mais elevada a significar uma doença mais grave. Quando a estenose atinge 100%, ocorre então a oclusão carotídea. O risco de AVC isquémico e isquemia transitória na oclusão carotídea é difícil de avaliar e a única forma de o evitar é procurar um tratamento precoce e normalizado.  Ainda posso fazer uma endarterectomia para oclusão carotídea? A endarterectomia é uma técnica padrão para o tratamento da estenose da artéria carótida. O procedimento utiliza um microscópio para remover a placa, restaurar o tamanho normal do lúmen, restabelecer o fluxo sanguíneo normal e melhorar a isquemia cerebral. O procedimento tem sido clínica e continuamente praticado e provou ser muito eficaz. Para as pessoas com oclusão carotídea, por um lado, precisam de desenvolver bons hábitos de vida e de alimentação, controlar a tensão arterial elevada, o açúcar elevado no sangue, comer menos comida gordurosa e salgada, comer mais fruta e vegetais frescos, e dormir o suficiente e ficar menos acordadas. Por outro lado, dependendo da condição, a cirurgia de bypass vascular intracraniano e extracraniano pode ser considerada.