(1) Sistema digestivo: quimioterapia interventiva e embolização de malignidades médicas do fígado, estômago, pâncreas e intestinos; dilatação e endoprótese de estrangulamentos e obstruções benignas e malignas do esófago e do tracto biliar; embolização interventiva de hemangiomas hepáticos, quistos hepáticos e hiperesplenismo. (2) Sistema respiratório: quimioterapia interventiva e embolização para cancro do pulmão; embolização interventiva para hemoptise; dilatação e endoprótese para estenose benigna e maligna e obstrução das vias aéreas. (3) Sistema circulatório: dilatação e stenting da estenose arterial e venosa; terapia trombolítica para trombose arterial e venosa periférica aguda e crónica; embolização de aneurismas periféricos e hemangiomas cavernosos. (4) Neurologia: embolização de doença cerebrovascular (aneurismas, malformações arteriovenosas, fístulas do seio cavernoso, etc.); trombólise de trombose cerebral na fase aguda. (5) Sistema ósseo e tecido mole: quimioterapia intervencionista e embolização de tumores malignos de osso e tecido mole; vertebroplastia (para osteoporose, colapso vertebral devido a tumores metastáticos e hemangioma vertebral); tratamento intervencionista da hérnia discal intervertebral; tratamento intervencionista da necrose asséptica da cabeça femoral. (6) Sistema geniturinário: quimioterapia intervencionista e embolização de tumores malignos do rim, pélvis e mama; embolização intravascular de fibróides uterinos;, tratamento intervencionista de quistos renais, tratamento intervencionista de hemorragia pélvica. Pode-se ver que com o progresso contínuo da medicina clínica e o desenvolvimento da tecnologia moderna, a terapia intervencionista pode sem dúvida trazer uma nova aurora à humanidade na conquista de doenças persistentes, e ao mesmo tempo descobrir uma ampla perspectiva para o desenvolvimento das ciências da vida humana.