A trombocitopenia na uremia é prejudicial, os doentes com uremia serão afectados por uma disfunção da coagulação que conduzirá a hemorragias da pele, das gengivas, do aparelho digestivo e intracranianas e a outras complicações que, se não forem tratadas atempadamente, agravarão a anemia renal e, em casos graves, poderão também ser fatais, pelo que é necessário prestar atenção a esta situação. Os rins têm o papel de segregar uma pequena quantidade de trombopoietina, quando, na fase urémica, a função renal do doente está gravemente danificada, a síntese de trombopoietina é reduzida, causando assim trombocitopenia; além disso, devido às perturbações metabólicas do organismo, a função hematopoiética da medula óssea fica parcialmente inibida, o que leva ao enfraquecimento da função plaquetária, resultando em perturbações da coagulação. A trombocitopenia e a disfunção plaquetária podem causar hemorragias cutâneas, gengivais, do trato gastrointestinal e intracranianas e outras complicações, porque os doentes com uremia estão frequentemente associados a anemia renal, as hemorragias prolongadas conduzem a um aumento da anemia e, em casos graves, colocam a vida em risco, pelo que os danos são maiores. Se houver uma diminuição do número de plaquetas e disfunção, o estado pode ser melhorado por transfusão de trombopoietina artificial, plaquetas e outros componentes sanguíneos, se necessário. Quando a trombocitopenia é detectada na uremia, recomenda-se que se consulte o médico atempadamente e que se sigam as instruções do médico para regular o diagnóstico e o tratamento.