Com base no facto de que tanto a hemorragia ventricular como a hemorragia subaracnóidea são factores de risco independentes para o vasoespasmo cerebral, propõe-se que a classificação de Fisher modificada da hemorragia subaracnóidea possa ser dividida em graus 0 a 4.
Grau 1.0: para TC sem hemorragia e sem hemorragia intraventricular ou parenquimatosa, a incidência de vasoespasmo é de 0%.
Grau 2.1: hemorragia subaracnoideia localizada ou difusa, espessura <1mm sem hemorragia ventricular, a incidência de vasoespasmo é de 24%.
Grau 3.2: hemorragia subaracnóidea localizada ou difusa, espessura <1mm combinada com hemorragia ventricular, a incidência de vasoespasmo é de 33%.
Grau 4.3: hemorragia subaracnóidea localizada ou difusa, espessura >1mm sem hemorragia ventricular, incidência de vasoespasmo 33%.
Grau 5.4: hemorragia subaracnóidea localizada ou difusa, espessura >1mm combinada com hemorragia ventricular, com uma incidência de vasoespasmo de 40%.
A presença de uma hemorragia subaracnóidea requer uma consulta ativa e um tratamento razoável, tal como prescrito pelo médico.