Três pontos-chave da terapia antiplaquetária para hipertensão

  Para hipertensão com doença cardiovascular isquémica (doença coronária, acidente vascular isquémico, doença vascular periférica), recomenda-se aspirina de dose baixa (75-100mg/dia) para prevenção secundária da doença cardiovascular.  Para pacientes com alto risco de doença cardiovascular isquémica, ou seja, hipertensão com 3 ou mais factores de risco, ou com lesões de órgãos-alvo, doença renal crónica e diabetes mellitus, utilizar aspirina de dose baixa (75-100mg/dia) para a prevenção primária da doença cardiovascular.  A aspirina não é utilizada para úlceras pépticas activas e deve ser utilizada com precaução em doentes com elevado risco de hemorragia. Utilizar terapia antiplaquetária em doentes hipertensos após os níveis de tensão arterial terem sido controlados a uma gama segura (tensão arterial 160/100mmHg). E atenção aos efeitos adversos como a hemorragia. Para aqueles que não podem tolerar a aspirina, pode ser utilizado clopidogrel.  Em resumo, há três pontos-chave no uso de aspirina (ou clopidogrel) em pacientes com hipertensão: 1) a prevenção secundária é o tratamento recomendado; 2) a prevenção primária é para pessoas em risco de hipertensão; 3) não é usada ou usada com precaução em pacientes com úlceras pépticas activas e alto risco de hemorragia.