A febre é um sintoma clínico comum. A febre alta é definida como uma temperatura axilar de 39,1 a 41°C. Clinicamente, a febre alta persistente é sobretudo causada por infecções. Existem várias causas de febre alta persistente, sendo a primeira as doenças infecciosas, que podem ser classificadas como virais, bacterianas, micoplasma, clamídia, fúngicas e outras doenças infecciosas, dependendo do agente patogénico. As infecções virais incluem a gripe, a encefalite epidémica B, etc.; as infecções bacterianas incluem a pneumonia, a amigdalite aguda, a septicemia, etc. Em segundo lugar, a febre alta persistente é causada por doenças não infecciosas, como a lesão intracraniana e a convulsão; existem também tumores malignos que podem causar febre alta, como a leucemia. Em caso de febre alta persistente, deve ser procurada assistência médica imediata. O diagnóstico pode ser auxiliado por sinais positivos típicos, tais como amigdalite aguda se a faringe estiver congestionada e as amígdalas estiverem vermelhas e inchadas e a transbordar de pus; a encefalite epidémica B ou meningite cerebrospinal é geralmente considerada se houver tonicidade cervical. Uma análise de sangue de rotina com um aumento da contagem de glóbulos brancos e da taxa de neutrófilos pode ser considerada como uma infeção bacteriana. A hemocultura e os testes de sensibilidade aos medicamentos podem esclarecer o tipo de bactéria infetante e orientar a seleção clínica de antibióticos eficazes. A hemocultura e os testes de sensibilidade aos medicamentos podem esclarecer o tipo de bactéria infetante e orientar a seleção clínica de antibióticos eficazes. A presença de febre alta persistente deve ser levada a sério, pois pode afetar o funcionamento do coração, do cérebro, do fígado, dos rins e de outros órgãos importantes. Se o arrefecimento físico não for eficaz, devem ser tomados medicamentos antipiréticos orais, como a acetaminofena ou o ibuprofeno.