Em pacientes com enfarte agudo do miocárdio, tem havido frequentemente no passado uma ênfase excessiva na protecção do miocárdio, com pacientes a defenderem o repouso no leito durante 6 semanas para permitir a formação de cicatrizes miocárdicas. Contudo, o próprio repouso prolongado no leito pode levar a uma redução do volume de sangue e a um aumento da viscosidade do sangue, exacerbando disfunções cardiovasculares já debilitadas, ao mesmo tempo que leva a um aumento da capacidade de exercício físico. Portanto, há muitas condições e lesões que podem ser tratadas de forma aguda e depois reabilitadas no prazo de um mês para prevenir e reduzir activamente as complicações. A reabilitação é um “projecto” sistemático e é completamente diferente do simples exercício doméstico. É uma abordagem de reabilitação em equipa, com o profissional de reabilitação a avaliar as funções do paciente, trabalhando com o fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional no treino de exercício e treino funcional (a maioria dos quais são tratamentos activos em que o paciente está activamente envolvido), juntamente com estímulos passivos como a acupunctura e a massagem para melhorar o tratamento e a fisioterapia com som, luz, electricidade, calor e ondas para maximizar o efeito da reabilitação.