A reabsorção óssea alveolar deve-se principalmente à inflamação, trauma e outros factores que resultam na perda da componente óssea alveolar, mostrando uma redução na altura e densidade do osso alveolar, como uma alteração patológica na periodontite. Pode levar à perda do tecido de suporte periodontal, ao afrouxamento gradual do dente e a uma eventual perda. Os modos de reabsorção óssea alveolar incluem reabsorção horizontal, reabsorção vertical e reabsorção pit, sendo a reabsorção horizontal o principal modo de reabsorção óssea alveolar. O grau de reabsorção óssea alveolar é dividido em três graus, o grau I é a reabsorção óssea alveolar em 1/3 do colo da raiz; o grau II refere-se à reabsorção óssea alveolar mais de 1/3 da raiz, mas dentro de 2/3; o grau III refere-se à reabsorção óssea alveolar que ultrapassou 2/3 da raiz do dente. A periodontite deve ser controlada o mais cedo possível para evitar uma maior progressão, e o defeito ósseo que se formou deve ser tratado de forma restaurativa. Contudo, devido à posição profunda do osso alveolar, o tratamento é geralmente cirúrgico, incluindo osteoplastia, enxerto ósseo e regeneração do tecido ósseo. Ao mesmo tempo, deve prestar-se atenção aos bons hábitos de higiene alimentar, mantendo a boca limpa e higiénica, escovando os dentes de manhã e à noite e lavando a boca após as refeições para evitar doenças periodontais.