A pele sensível é um termo novo que surgiu nos últimos anos, referindo-se geralmente a uma incapacidade consciente de tolerar quaisquer produtos de cuidado da pele e cosméticos aplicados à pele. A pele é propensa a vermelhidão, pápulas, descamação e mesmo comichão dolorosa, ardor e dor quando exposta a estímulos externos. Isto deve-se principalmente a uma função de barreira cutânea prejudicada, ao aumento da entrada do sinal nervoso sensorial e ao aumento da reactividade imunitária. A pele sensível pode ser julgada por avaliações subjectivas, semi-subjectivas e objectivas, das quais o teste do ácido láctico na avaliação semi-subjectiva é actualmente o principal método de julgar a pele sensível: 10% de ácido láctico é aplicado nas dobras nasolabiais e nas bochechas sob humidade ambiente, e a sensibilidade do sujeito é classificada numa escala de 4 pontos a 2,5 e 5 minutos respectivamente, e depois as duas pontuações são somadas e aquelas com uma pontuação superior a 3 são consideradas como tendo pele sensível. (É melhor ir a um hospital para testes) A pele sensível deve ser tratada com produtos de cuidado da pele que sejam suaves e tenham um único ingrediente, tais como produtos médicos de cuidado da pele contendo botânicos naturais tais como amaranto, ácido hialurónico, ceramidas ou água de nascente viva. E também precisa de ter algum teor de lípidos para se fixar na humidade.