A rifampicina é um medicamento bactericida utilizado principalmente no tratamento da tuberculose. A rifampicina inibe a síntese e a transcrição do ARN bacteriano, o que pode matar o Mycobacterium tuberculosis, bem como algumas outras micobactérias, como o Mycobacterium leprae, etc. Tem também um certo efeito antimicrobiano em agentes patogénicos como o Staphylococcus aureus, a Legionella pneumophila, o Haemophilus influenzae, o Streptococcus epidermidis, etc. A taxa de absorção oral da rifampicina é muito elevada, até 90%-95%, e a concentração eficaz pode ser mantida durante 6 horas após a ingestão oral. Para além do tratamento principal da tuberculose, também pode ser utilizada para o tratamento da lepra, pneumonite por Legionella, osteomielite, endocardite, etc. A rifampicina é tóxica para o fígado e pode causar reacções gastrointestinais, como dores abdominais, diarreia, náuseas, vómitos, etc. Deve ser utilizada com precaução em crianças, doentes hepáticos e mulheres grávidas. O medicamento deve ser tomado sob controlo médico profissional.