No caso dos fibróides, a possibilidade de gravidez depende do tamanho e da localização dos fibróides, bem como da condição do próprio doente. Se o tamanho for pequeno, o local não tem efeito significativo na gravidez, e se a paciente tiver sintomas ligeiros ou nenhuns, a gravidez é geralmente possível, como se segue: Normalmente, os fibróides simples, subplasmáticos ou intersticiais com menos de 4 cm têm pouco efeito na gravidez, por isso, se a paciente tiver uma idade e condição física razoáveis, pode tentar conceber primeiro, verificar de perto após a gravidez e tomar medidas relevantes para preservar a gravidez, se necessário. No caso de fibróides múltiplos e grandes, ou aqueles que afectam a menstruação, recomenda-se a consulta e avaliação rápida num departamento de obstetrícia e ginecologia hospitalar antes da concepção. Se a condição for mais grave, poderá ser necessária uma cirurgia para remover o fibróide. A patologia pós-operatória será executada para determinar a natureza dos fibróides e o próximo passo no tratamento. Aqueles que recuperaram bem podem começar a preparar-se para a gravidez um ano após a cirurgia, enquanto aqueles que têm fibróides maiores e uma recuperação mais lenta podem preparar-se para a gravidez após dois anos. Se o doente tiver sintomas tais como anemia para além dos fibróides, estes terão de ser geridos. É aconselhável consumir menos alimentos contendo estrogénios animais e evitar a suplementação excessiva.