É possível que o carcinoma do pulmão in situ recorra mais de três anos após a cirurgia, sendo impossível fazer uma generalização devido às diferentes condições de cada doente. O carcinoma do pulmão in situ refere-se ao tumor maligno primário do pulmão que ocorre na mucosa ou nas glândulas da traqueia e dos brônquios sem metástases, bem como ao carcinoma in situ com um diâmetro inferior a 1 cm. Após o tratamento cirúrgico, o prognóstico dos doentes com carcinoma pulmonar in situ é geralmente melhor, podendo também cooperar com radioterapia e quimioterapia após a cirurgia, e as suas hipóteses de recorrência após três anos são menores, mas ainda possíveis. Após a cirurgia, recomenda-se também aos doentes com carcinoma do pulmão in situ que tenham em conta a sua própria situação e sigam as instruções do médico para uma revisão regular, de modo a conhecerem a recuperação da doença e a eventual recorrência do tumor. Entretanto, devem desenvolver bons hábitos de vida, deixar de fumar e de beber e evitar o tabagismo passivo. Devem fazer exercícios adequados, como caminhar lentamente, praticar Tai Chi, exercícios respiratórios, qigong, etc., quando o corpo o permitir, e evitar frequentar locais com muita gente. Os doentes com carcinoma do pulmão in situ devem assegurar um tempo de repouso suficiente na vida quotidiana e não trabalhar em excesso, de modo a não prejudicar a sua saúde.