A própria tecnologia das células estaminais ainda se encontra na fase de desenvolvimento e tem sido prevista por biólogos, mas ainda não foi levada a cabo em ensaios clínicos. Isolar e cultivar células estaminais é muito mais difícil do que isolar e cultivar células comuns, e é ainda uma tecnologia de ponta que só está disponível para investigação experimental, sem instituição ainda capaz de produção comercial em massa. Mesmo que consigamos ultrapassar as dificuldades de isolamento e cultura, ainda existem muitos problemas a ultrapassar após a injecção de células estaminais no corpo humano, tais como reacções imunitárias, absorção celular, e a incapacidade de induzir indução direccional. Em resumo, a prática actual de injectar células estaminais na China para activar a divisão celular e assim tratar sacos debaixo dos olhos é, na sua maioria, um artifício, apenas para lucro. Estas instituições cosméticas pouco ortodoxas injectarão substâncias de composição desconhecida no corpo do candidato. Se o paciente for sensível, pode ter uma reacção alérgica à substância, que se pode manifestar como vermelhidão local, inchaço, prurido e dor. Se o operador não for suficientemente hábil para injectar a substância nos vasos sanguíneos, pode conduzir a necrose local da pele ou, em casos graves, a embolia, levando à morte. É aconselhável utilizar técnicas mais maduras, actualmente o método mais seguro e eficaz de tratamento de bolsas de protecção dos olhos é a cirurgia aberta, que consiste em dois tipos principais, nomeadamente interno e externo. A abordagem interna consiste em fazer uma incisão através da conjuntiva, a partir da pálpebra, para remover alguma da gordura das bolsas oculares, também conhecida como zona orbital, e depois fazer com que as bolsas sejam mais pequenas ou desapareçam; a outra é a abordagem externa, que consiste em fazer uma incisão a partir da superfície da pele, ou seja, da raiz dos cílios, e depois para o septo orbital, para remover o excesso de gordura protuberante.