Dependendo dos avanços actuais na gestão dos abortos espontâneos e habituais, o médico realizará alguns ou todos os testes seguintes, dependendo do estado do paciente. 1. cariotipagem de ambos os parceiros 2. rotina de sémen masculino (3-7 dias após a relação sexual) 3. BBT (tabela de temperatura corporal basal, autoteste) 4. monitorização por ultra-sons dos folículos e endométrio 5. níveis de hormona endócrina basal (sangue FSH, LH, E2, P, PRL, T) (sangue colhido no dia 3-5 a partir do primeiro dia de menstruação) Testes de hormona tiróide (T3, T4, TSH, TPOAb, TGAb) (não afectado pelo ciclo menstrual) Teste de tolerância à glicose (OGTT), antagonismo da insulina (IR) 6. Teste de tolerância à glicose (OGTT), ensaio de antagonismo da insulina (IR) 6. anticorpos fechados, análise FCM da relação reguladora de células T 7. anticorpos endometriais, anticorpos anti-esperma, anticorpos da zona pelúcida 8. anticorpos fosfolípidos, D-dímero, agregação plaquetária e outros indicadores relacionados com a coagulação; grupo sanguíneo ABO, grupo sanguíneo Rh, potência anti-A, potência anti-B (não testada durante a menstruação) 9. Toxoplasma gondii, Toxoplasma gondii, vírus da rubéola, vírus do herpes), micoplasma, clamídia (muco cervical), exame ginecológico, leucorreia de rotina, BV, TCT cervical 10, histerossalpingografia (HSG) ou recanalização selectiva de iodografia tubária (SSG), histeroscopia ou histerolaparoscopia