As neuropatias periféricas não afectam a esperança de vida final do paciente e, no caso de simples neuropatias periféricas, apenas causam perturbações sensoriais e motoras na área em que se encontram e não têm qualquer impacto no nível de saúde do paciente. Contudo, é importante notar que muitas neuropatias periféricas estão associadas a outras doenças sistémicas, tais como a doença dos neurónios motores, em que tanto os neurónios motores superiores como os inferiores são danificados, e lesões centrais para além das neuropatias periféricas, com uma esperança de vida que varia de um a dez anos. No caso de neuropatias periféricas associadas a perturbações do sistema imunitário e doenças hematológicas, a sobrevivência do paciente é julgada de acordo com o facto de ele ou ela ter sido devidamente tratado, por exemplo, na gamaglobulinemia monoclonal, onde o paciente sobrevive entre seis meses e três anos.