As mulheres com pólipos cervicais nem sempre têm de os remover cirurgicamente, mas o tamanho do pólipo e os sintomas que este provoca determinarão a forma de lidar com ele. Se um pólipo cervical for encontrado por acaso durante um exame médico, mas o pólipo for particularmente pequeno, inferior a 0,5 cm, e não causar hemorragia significativa após a relação sexual ou leucorreia anormal, então a cirurgia não é necessária para remover imediatamente o pólipo, mas pode ser acompanhada e observada, mas deve ser feito um rastreio regular do TCT cervical e do HPV para excluir a neoplasia intra-epitelial cervical e cancro do colo do útero. Se uma mulher estiver a sangrar após a relação sexual, ou tiver leucorreia recorrente, e um exame ginecológico interno revelar um pólipo cervical superior a um centímetro, então a cirurgia para remover o pólipo deve ser considerada e o pólipo deve ser enviado para exame após a cirurgia para excluir a malignidade. Devido ao tamanho do pólipo e ao sangramento óbvio após a relação sexual, não há forma de aliviar os sintomas sem cirurgia, pelo que a cirurgia é necessária para a sua remoção. É igualmente importante ter um seguimento regular após a remoção cirúrgica, uma vez que os pólipos cervicais são propensos à recorrência.