É normal ter mais leucorreia após as relações sexuais, mas não deve haver leucorreia aquosa, que é considerada relacionada com infecções patogénicas, especialmente infecções bacterianas. Durante as relações sexuais, a excitação sexual aumenta as secreções da glândula vestibular e da vagina, levando a um aumento da quantidade de leucorreia, que se torna mais fina na natureza e não tem odor. Se a leucorreia se tornar aquosa após as relações sexuais e tiver um odor, acompanhado de comichão vulvar e vaginal, é aconselhável ir ao hospital a tempo de verificar a rotina da descarga vaginal para determinar se existe infecção patogénica. Recomenda-se prestar atenção à higiene do períneo, tomar um duche ou usar água quente para limpar o períneo todos os dias, não tomar banho de banheira, para que o esgoto não entre na cavidade uterina através da vagina e cause inflamação.