Como fazer uma revisão após a cirurgia do cancro colorrectal

  Após a ressecção radical do cancro colorrectal, mesmo com radioterapia adjuvante, existe ainda a possibilidade de recorrência e metástase em órgãos distantes como o fígado, pulmão e osso, pelo que os pacientes devem ser acompanhados de perto.  Marcadores tumorais séricos tais como CEA, AFP, etc.; 2. análises completas ao hemograma, fígado e função renal; 3. radiografia do tórax; 4. ultra-som do fígado. Se as análises acima referidas revelarem sinais de recorrência ou metástase, serão realizadas TAC melhoradas ao tórax, abdómen e pélvis e colonoscopia.  Cada 6 a 12 meses: e-colonoscopia.  A cada 6-12 meses após 2 anos: 1) Marcadores tumorais séricos tais como CEA e AFP; 2) Hemograma completo, testes de função hepática e renal; 3) Radiografia do tórax; 4) Ultra-sons do fígado Se os testes acima revelarem sinais de recidiva ou metástase, serão realizadas TAC melhoradas do tórax, abdómen e pélvis e colonoscopia.  1 e-colonoscopia por ano durante 5 anos.