Síndrome de repolarização precoce

  A maioria do ERS é considerada benigna e não requer tratamento específico. Contudo, as arritmias ventriculares malignas podem ocorrer num pequeno número de pacientes e é considerado prudente tratar pacientes com ERS que têm: 1) um historial de síncope recorrente; 2) sobreviveram a morte súbita; 3) um historial familiar de morte súbita; e 4) ondas J anormalmente grandes. Se se confirmar que a síncope está associada a arritmias ventriculares malignas e se o paciente sobreviver a uma morte súbita, deve ser implantado um CDI; aqueles com estas duas últimas características apenas devem ser avaliados e acompanhados.