O dímero D e a função de coagulação na rotina sanguínea podem ajudar a determinar a presença de trombo, mas o trombo não pode ser diagnosticado apenas com base na rotina sanguínea.
O trombo é causado pelo mecanismo de hipercoagulação do sangue, enquanto o mecanismo de anticoagulação está reduzido. Por conseguinte, as análises ao sangue, como a contagem de plaquetas, os factores de coagulação e o dímero D, podem ser utilizadas para ajudar no diagnóstico de trombose.
O aumento da atividade dos factores de coagulação pode ser observado no estado pré-trombótico ou na doença trombótica, ao passo que a presença de coagulação intravascular disseminada (CID) e outras condições esgotam os factores de coagulação e as plaquetas, resultando em níveis baixos destes dois indicadores; um D-dímero normal pode excluir a trombose venosa profunda, a embolia pulmonar, etc., ao passo que um aumento pode ser observado na trombose venosa profunda, na CID, etc.
Estes indicadores no sangue de rotina não podem ser utilizados para diagnosticar a trombose, sendo geralmente necessários ultra-sons, TAC melhorada, angiografia e outros diagnósticos de trombose. Recomenda-se que os doentes com suspeita de trombose consultem o médico atempadamente e sigam as instruções do médico para exame e tratamento.