A hipertonia caracteriza-se principalmente por músculos relativamente rígidos, maior resistência ao movimento passivo e uma gama restrita ou reduzida de movimentos articulares. Há muitas causas de hipertonia, sendo as comuns o sistema cone e as patologias extrapiramidais. A doença de Parkinson, por exemplo, é um dos casos mais óbvios de hipertonia. A hipertonia manifestada como rigidez muscular terá danos no tracto vertebral. A hipertonia ocorre na sequência de danos nos nervos que governam o movimento dos membros e é considerada um dano no feixe conus pallidus do cérebro. Há muitas causas clínicas de hipertonia, que vão desde desordens neurológicas do cérebro a desordens ocupacionais traumáticas ou orgânicas. Quando o corpo é deficiente em certos elementos, tais como o cálcio, é também provável que ocorra um aumento transitório do tónus muscular com dor, chamado espasmos dolorosos. Por conseguinte, é importante tomar prontamente suplementos de cálcio. Além disso, podem também ser usados, conforme apropriado, medicamentos anticolinérgicos, relaxantes musculares como baclofeno, etilprednisolona, tizanidina, etc. e comprimidos sedativos para dormir, mas estes só podem aliviar os sintomas; para que a doença seja completamente resolvida, a causa primária deve ser tratada. Em suma, a hipertonia causa disfunção motora no corpo e só pode ser tratada de forma sintomática. Só com o tratamento adequado é que as funções do corpo podem ser melhoradas.