Um teste de imagem tubária é realizado injectando um meio de contraste especial na cavidade uterina e nas trompas de falópio e depois observando a morfologia do útero, a extensão e a localização do bloqueio das trompas de falópio e a presença de anomalias na cavidade uterina com a ajuda de raios X. Se não houver circunstâncias especiais, o teste pode ser realizado 3-7 dias após a menstruação, ou 10 dias após o fim da menstruação se o ciclo menstrual for irregular, ou em qualquer altura se a amenorreia já tiver ocorrido. Com as vantagens de danos mínimos e alta precisão, bem como certos benefícios terapêuticos, a imagem tubária é adequada para compreender e diferenciar a infertilidade primária da secundária, identificando a causa de hemorragia uterina anormal e observando o estado das trompas de falópio após a ligadura, sendo um teste frequentemente realizado em mulheres com necessidades de fertilidade. As imagens tubárias estão contra-indicadas em casos de vaginite, doenças cardíacas e pulmonares graves, ou se estiver menstruada e tiver febre. É importante evitar relações sexuais durante 3 dias antes do teste para verificar a existência de alergias ao iodo e para verificar a inflamação dos órgãos genitais. Se a hemorragia exceder o seu período menstrual, deve procurar cuidados médicos. Alguns doentes podem sofrer de aperto torácico, náuseas e falta de ar após o teste. Isto pode ser um efeito secundário do meio de contraste e deve ser monitorizado.