A trombose venosa após a histerectomia pode ser curada, mas a recuperação é gradual com as actividades diárias ou a medicação. As doentes são particularmente susceptíveis à trombose pós-operatória devido aos danos que podem ser causados a alguns dos grandes vasos sanguíneos durante a cirurgia. Também é possível que se formem coágulos sanguíneos quando a circulação sanguínea abranda e o sangue fica estagnado devido ao repouso prolongado na cama e à redução da atividade após a cirurgia. Por vezes, quando ocorre uma trombose pós-operatória, esta pode representar um risco fatal para o doente, pelo que deve ser tratada de forma agressiva. Em primeiro lugar, deve tentar-se evitar demasiada atividade subterrânea, o que pode levar ao deslocamento do trombo e à embolia pulmonar. Em segundo lugar, pode ser tratada com medicamentos anticoagulantes prescritos pelo médico, tais como aspirina oral com revestimento entérico, comprimidos de varfarina sódica ou injeção intravenosa de heparina de baixo peso molecular. Após a operação, os doentes são aconselhados a tomar medidas preventivas sob a orientação do médico, como deitar-se ao chão o mais cedo possível e com moderação, e utilizar anticoagulantes, se necessário. Se ocorrer uma trombose, não há motivo para pânico, pois com medidas de tratamento eficazes, esta não afectará a saúde do doente e pode ser devidamente curada.