A leucorreia é pegajosa como o ranho

A leucorreia que é pegajosa e espessa como o ranho pode ser fisiológica, ou pode estar relacionada com vaginite, cervicite, adnexite e infecção após aborto ou curetagem. Neste caso, deve ir ao hospital e combinar os resultados do exame de leucorreia de rotina e da ecografia ginecológica para identificar a causa e tratar a causa. Causas comuns e tratamentos 1, leucorreia fisiológica: Se o sintoma aparecer durante a ovulação, e não houver mudança na cor, sabor, etc., a principal consideração é a leucorreia fisiológica. Devido a alterações nos níveis hormonais no corpo, a leucorreia também se tornará pegajosa e facilmente esticada, o que é uma alteração fisiológica normal e não requer tratamento. 2. Vaginite: como a micose fungóide e a tricomoníase. Esta doença é principalmente causada por maus hábitos de higiene e fraca resistência corporal. Devido à invasão de germes, desequilíbrio da flora vaginal, secreções vaginais e cervicais aumentam, neste momento a leucorreia muda na natureza, para além de, tal como o ranho, também pode haver cor verde, odor a peixe e outros sintomas. A medicação correcta deve ser tomada sob conselho médico, tais como metronidazol, tinidazol, etc. Preste atenção para manter a sua vulva limpa e mudar de roupa interior todos os dias; 3. Cervicite: Quando há inflamação crónica do colo do útero, as glândulas secretam vigorosamente e produzem muita leucorreia pegajosa, se acompanhada de infecção, a leucorreia é amarelo-purulenta e pegajosa. Neste caso, a leucorreia deve ser testada e deve ser feita uma cultura de secreção vaginal para descobrir as bactérias causadoras e depois um tratamento direccionado. 4. Adnexite: Para além deste sintoma, se for acompanhado de dor abdominal inferior, dor lombossacral, náuseas, vómitos, micção dolorosa e diarreia, pode ser considerada adnexite. O diagnóstico é geralmente confirmado através de exame pélvico, exame de rotina das secreções vaginais e ultra-sonografia. Neste caso, pode tomar levofloxacina e outros medicamentos para tratamento sob a orientação de um médico profissional. Evitar as relações sexuais durante o tratamento para evitar infecção cruzada; 5. infecção pósaborto ou curetagem: Se teve recentemente um aborto ou curetagem, considere os sintomas como sendo devidos a uma infecção pós-aborto. O corpo está num estado enfraquecido após a cirurgia, e as bactérias e os agentes patogénicos são propensos à invasão, o que pode levar a inflamação ginecológica. Neste caso, deve ir ao hospital para leucorreia de rotina e exame ultra-sónico para confirmar o diagnóstico, e tratamento direccionado. Durante o período de tratamento, prestar atenção a uma dieta leve, não comer alimentos picantes e irritantes, tais como pimentas, para evitar o agravamento dos sintomas. Além disso, pode fazer exercício de acordo com o seu próprio estado, para fazer uma combinação de trabalho e descanso.