Os pacientes com doenças cardíacas congénitas sobrevivem durante tanto tempo como uma pessoa normal após uma cirurgia. Se a operação for realizada com sucesso e corrigida, o tempo de sobrevivência é exactamente o mesmo que o normal e não há redução da esperança de vida devido à operação. Além disso, após a operação, há necessidade de medicação cardiotónica e diurética de longo prazo através da qual a função cardíaca do paciente pode ser restaurada. A escolha de medicamentos inclui digoxina, espironolactona, sildenafil e coenzima Q10, todos eles capazes de restaurar a função cardíaca do paciente e permitir-lhe recuperar o máximo possível.