Síndrome da flacidez cutânea das pálpebras: Também conhecida como flacidez progressiva da pálpebra, é uma doença rara das pálpebras caracterizada por episódios recorrentes de edema das pálpebras em adolescentes, com afinamento da pele da pálpebra, perda de elasticidade, aumento de rugas, mudança de cor, e pode ser complicada por manifestações clínicas tais como prolapso lacrimal, ptose e encurtamento da fissura transversal da pálpebra. É mais comum em mulheres jovens e a patogénese é pouco clara. Klauder classifica-a em 4 tipos 1. tipo Fuchs; episódios recorrentes de água nas pálpebras causando flacidez cutânea; 2. tipo adulto: ocorre na meia idade; 3. tipo genético: história familiar; 4. não mencionado acima. O tipo hipertrófico deve-se principalmente à hipoplasia do septo orbital, com hérnia de gordura causada por repetidos estímulos inflamatórios, e caracteriza-se pela plenitude e hipertrofia da pálpebra superior, frequentemente acompanhada por prolapso da glândula lacrimal; o tipo atrófico deve-se a estímulos inflamatórios crónicos de longa duração, resultando em atrofia dos tecidos moles e lesões cutâneas finas e soltas, com pálpebras superiores afundadas e enrugadas. O principal tratamento para a flacidez da tampa é a cirurgia, que é normalmente realizada quando a lesão se encontra numa fase estável ou de repouso. Cirurgia: É feita uma incisão de blefaroplastia para corrigir a flacidez da pele e reposicionar o canal lacrimal. Ou laxidade da tampa e ptose.