Na displasia congénita da anca, a tipagem em coroa é mais comummente utilizada. A tipagem em coroa baseia-se principalmente na gravidade da luxação, da seguinte forma: 1. Tipo I: uma espécie de semi-localização da cabeça femoral com menos de 50% de luxação; 2. Tipo II: semi-localização da cabeça femoral de aproximadamente 50%-75%; 3. Tipo III: semi-localização da cabeça femoral de 75%-100%; 4. Tipo IV: luxação completa da cabeça femoral. Toda a dactilografia é feita para facilitar a comunicação académica, orientar o tratamento, e determinar exactamente qual é o prognóstico. Independentemente da dactilografia, mesmo que seja Tipo I, a lesão pode desenvolver-se gradualmente, e à medida que a condição acetabular continua a desenvolver-se e a evoluir com a idade, pode eventualmente tornar-se também Tipo IV, com um índice acetabular crescente.