I. Recuperação de dedos rectal e anal
O exame do dedo rectal é simples e fácil de realizar. O exame do dedo rectal continua a ser o método de exame mais básico e importante entre uma série de testes antes da cirurgia do cancro rectal.
Testes laboratoriais
(1) Teste de sangue oculto às fezes: este método é simples e fácil de usar, e é um método de rastreio de rotina para o rastreio do cancro colorrectal e da doença do cólon. Se possível, os métodos imunológicos também podem ser utilizados para melhorar a taxa correcta.
(2) Teste de hemoglobina: Enema de bário ou colonoscopia por fibras ópticas deve ser recomendado para aqueles com anemia inexplicável e hemoglobina inferior a 100g/L.
(3) Teste do antigénio soro carcinoembriónico (CEA): o teste CEA não tem valor diagnóstico específico e, portanto, não é adequado para o rastreio ou diagnóstico precoce, mas é útil para estimar o prognóstico e monitorizar a eficácia do tratamento e a recorrência.
Endoscopia (colonoscopia por fibras ópticas)
A sigmoidoscopia ou colonoscopia por fibra óptica deve ser realizada rotineiramente em qualquer pessoa com sangue nas fezes ou alterações nos hábitos das fezes que não sejam anormalmente detectadas por exame rectal. A endoscopia permite a visualização directa da lesão e permite a realização de uma biópsia para diagnóstico patológico.
A colonoscopia fibroscópica é actualmente o método mais eficaz, seguro e fiável para o diagnóstico de lesões no intestino grosso, e a maioria dos cancros colorrectais precoces podem ser detectados por endoscopia.
Imagem de duplo contraste
O tradicional exame radiográfico de enema de bário tem frequentemente dificuldades em mostrar o cancro em fase inicial e o adenoma colorrectal, enquanto que a tecnologia de imagem de duplo contraste melhorou grandemente a taxa de detecção e precisão diagnóstica do cancro colorrectal precoce e do pequeno adenoma, tendo-se tornado agora num exame radiológico de rotina.
V. Diagnóstico CT
A TC não pode ser utilizada como método de diagnóstico precoce, mas é de grande importância para o estadiamento do cancro do cólon, especialmente para pacientes que se estima serem inoperáveis, mas que podem ser ressecados cirurgicamente após radioterapia externa ou radioterapia intracavitária local. O tumor pode ser observado directamente a invadir os músculos pélvicos (levator ani, olecrânio interno, coccígeo, pêra), bexiga e próstata.
Uma tomografia computorizada da pélvis deve ser realizada aos 3 meses após a cirurgia como película de base para facilitar o seguimento. A TC deve ser realizada a cada 6 a 8 meses durante 2 a 3 anos após a cirurgia, ou repetida quando a CEA é elevada.
Ultrasonografia
A ecografia endorectal é um novo método de diagnóstico destinado a detectar a invasão do cancro rectal e a extensão da infiltração do tumor na parede rectal, e tem sido utilizado na prática clínica desde 1983. A ecografia endorrectal pode diagnosticar correctamente a localização e o tamanho da invasão tumoral.
Imagem de ressonância magnética
Alguns investigadores afirmam que a ressonância magnética (RM) é mais significativa do que a TC para a invasão externa do cancro rectal. Contudo, existem ainda muitos problemas técnicos com a ressonância magnética que precisam de ser melhorados, e a compreensão das imagens fornecidas pela ressonância magnética precisa de ser ainda mais aprofundada, e o custo da ressonância magnética é também uma barreira à sua utilização generalizada em comparação com as imagens de ultra-sons intracavitários.
VIII. Exame PET-CT
Os exames PET-CT consistem numa combinação de equipamento PET e CT, realizados simultaneamente. A combinação de PET para verificar a actividade metabólica dos tumores locais e de TAC para mostrar a anatomia local pode identificar tumores benignos e malignos e encená-los para orientar o tratamento cirúrgico. Isto torna-o o teste não-invasivo mais avançado actualmente disponível.