Quais são os critérios para diagnosticar o criptorquidismo congénito em crianças?

  Paciente: O meu filho tem agora dois anos e nasceu com uma criptorquídea congénita Este ano, visitei o hospital em Outubro e a ecografia não detectou a localização exacta de um testículo, mas apenas disse que vi um pequeno pedaço de tecido testicular suspeito na virilha. Gostaria de perguntar novamente ao médico. Nessa altura, o médico disse que achava que o testículo localizado no estômago estava atrofiado e que não havia necessidade de o retirar e que não haveria necessidade de o retirar. Se for esse o caso, podemos prescindir da cirurgia, então porque é que precisamos de a remover se ela for atrofiada. Além disso, sem cirurgia, quais são as hipóteses de isto se tornar canceroso?  Especialista: Antes de mais, deve ficar claro que a ausência de um testículo no ultra-som não significa que não haja nenhum testículo ainda em desenvolvimento, o que significa que não é o mesmo que um testículo ausente ou subdesenvolvido. A questão seguinte é sobre a gestão dos testes displásicos. A incidência de tumores secundários nos testes displásicos é superior à dos testes normais? Tanto uma incidência crescente como nenhuma diferença significativa foram relatadas. Contudo, qualquer tumor secundário num testículo displásico localizado na cavidade abdominal ou na virilha não pode ser detectado numa fase precoce, e a este respeito é vantajoso remover um testículo displásico que não esteja localizado no escroto. Recomendo a cirurgia. Exploração laparoscópica.