O mais grave, cancro do pulmão periférico ou cancro do pulmão central, não é absoluto, mas tem de ser determinado de acordo com o estadiamento. 1. cancro do pulmão central: refere-se ao cancro do pulmão que ocorre nos brônquios ao nível ou acima do nível segmentar, sendo o carcinoma epitelial de células escamosas e o cancro do pulmão de pequenas células mais comuns. Os sintomas aparecem precocemente e são graves, e os doentes apresentam sobretudo tosse, sangue na expetoração e falta de ar. É relativamente difícil de tratar. 2. cancro do pulmão periférico: refere-se ao cancro do pulmão que ocorre abaixo dos brônquios, sendo o adenocarcinoma mais comum. Os pacientes não apresentam outros sintomas óbvios, exceto dor no peito e falta de ar, que são encontrados principalmente durante exames médicos de rotina ou quando os pacientes vêm à clínica para metástases locais. É relativamente difícil obter diagnóstico e tratamento oportunos, e muitas vezes já entrou no estágio médio ou tardio, o que não é bom para ser tratado, e o prognóstico dos pacientes é geralmente ruim. Recomenda-se que as pessoas com factores de alto risco façam um exame físico anual para detetar lesões o mais cedo possível para um diagnóstico e tratamento atempados, e que façam visitas regulares de acompanhamento após o tratamento para monitorizar a evolução da doença.