Quando é necessária uma cirurgia para otites crónicas supurativas mediáticas?

  Osteocondrite e colesteatoma otite média devem ser operados para curar e devem ser feitos o mais cedo possível se a anestesia puder ser tolerada. Os meios simples de otite com pequenas perfurações da membrana timpânica podem sarar espontaneamente após a secagem do ouvido, enquanto que aqueles com perfurações não cicatrizantes devem também ser submetidos a uma rápida timpanoplastia para preservar ou melhorar a audição. No passado, o objectivo do tratamento cirúrgico era o controlo das infecções do ouvido médio e a prevenção de complicações graves da otite média. As recentes inovações nas técnicas cirúrgicas permitiram a reconstrução do mecanismo de condução auditiva danificado na maioria dos pacientes, melhorando assim a audição.  As perfurações do tímpano podem ser reparadas com uma membrana muscular (fáscia temporal) ou cartilaginosa. Os danos no osso auditivo podem ser reparados e a audição reconstruída com osso auditivo protético (TORP ou PORP), cartilagem, etc.  Um pedaço de cartilagem é normalmente colocado dentro do tímpano durante a cirurgia para evitar cicatrizes pós-operatórias e para melhorar a função do ouvido médio e aumentar a mobilidade do tímpano. Se o ouvido médio estiver cheio de tecido cicatrizado ou a tuberosidade auditiva for completamente destruída, então pode ser realizado um procedimento em duas fases para melhorar a audição. A primeira cirurgia visa remover o tecido doente e reduzir as cicatrizes, enquanto que a segunda cirurgia visa reconstruir a audição. A decisão de optar por uma segunda fase de cirurgia depende da primeira cirurgia.