A cirurgia com balão farmacológico pode desobstruir o vaso até certo ponto, mas não tem o efeito de prevenir a reestenose, e ainda há a possibilidade de reincidência dentro de um ano após a cirurgia.
O mecanismo da angioplastia coronária percutânea com balão consiste em dilatar os vasos sanguíneos através de um balão, libertar a obstrução, atingir o objetivo de desobstruir os vasos sanguíneos, restabelecer a perfusão sanguínea normal e melhorar a qualidade de vida dos doentes através da melhoria da tolerância à atividade. No entanto, este procedimento é apenas um tratamento único e não tem qualquer efeito na prevenção subsequente da doença.
A re-estenose dos vasos sanguíneos ou a re-formação de trombos intravasculares podem ainda ocorrer após a cirurgia, podendo mesmo ocorrer eventos cardiovasculares graves. Recomenda-se a administração de uma terapêutica antiplaquetária e anticoagulante completa, de acordo com as instruções do médico, e a melhoria dos hábitos alimentares, recomendando uma dieta pobre em sal e em gorduras e evitando dietas gordurosas, de modo a evitar a recorrência da doença.
Se não se sentir bem após a operação, deve consultar atempadamente um médico e seguir as suas instruções.