A sobrevivência a longo prazo é possível com um tratamento agressivo. O prognóstico dos pacientes com LMA com mutações genéticas e alterações cromossómicas é indicativo do prognóstico da doença, que é mais pobre naqueles com radioterapia secundária ou síndromes mielodisplásicas/neoplasias mieloproliferativas crônicas, combinadas com leucemia extramedular.