Como é diagnosticada uma concussão?

A concussão é geralmente definida como uma “disfunção temporária do sistema nervoso central”, geralmente após um golpe ligeiramente violento na cabeça, resultando numa breve perda de consciência seguida de vigília, com possível amnésia proximal, sem alterações significativas na anatomia patológica do sistema nervoso, sem danos orgânicos, e uma alteração transitória na função neurológica. A definição permite-nos compreender vários pontos-chave no diagnóstico de concussão: 1. traumatismo craniano com breve perda de consciência, muitas vezes por segundos ou minutos, geralmente não mais de meia hora; 2. amnésia retrógrada, incapacidade de recordar com precisão a lesão ou mesmo o parto ao médico; 3. exame e exame negativo, mas pode haver sintomas de desconforto craniano. Portanto, não é raro ver pacientes com traumatismo craniano nas urgências que se dão a si próprios o diagnóstico, “Doutor, tenho uma concussão, certo? Todos os doentes com lesões na cabeça são “concussões”? Não necessariamente. Só seguindo rigorosamente os critérios de diagnóstico, tomando um historial médico cuidadoso e completando vários testes, poderemos alcançar um diagnóstico claro e o tratamento correcto no nosso trabalho clínico, assegurando a eficácia clínica e a segurança médica.