A placa vascular é o aparecimento de uma estrutura de “capa” que cobre os reservatórios de lípidos e os lípidos extracelulares no interior da íntima arterial, que pode ser dividida, grosso modo, em duas categorias: estável e instável.
A placa vascular tem o seguinte aspeto: a parte mais dura da placa, na parte superior, é uma estrutura semelhante à “capa”, ou seja, a capa fibrosa. Por baixo do capuz, encontra-se uma poça de lípidos na íntima, que é de cor amarela.
A placa vascular pode ainda ser dividida em tipos estáveis e instáveis. As placas estáveis são as que apresentam capas fibrosas mais espessas e reservatórios de lípidos mais pequenos; as placas instáveis (também conhecidas como vulneráveis), com capas fibrosas mais finas e reservatórios de lípidos maiores, têm maior probabilidade de rutura.
Se estiverem presentes placas vasculares e forem acompanhadas de aperto no peito, dor retroesternal, etc., os exames auxiliares relevantes devem ser melhorados para determinar o tamanho e a natureza do lúmen ocupado pela placa.
A medicação oral, como a aspirina, os comprimidos de bissulfato de clopidogrel, as estatinas, etc., pode ser utilizada para abrandar a progressão da placa, mas também através de procedimentos cirúrgicos e de intervenção, devendo o tratamento específico ser individualizado sob a orientação do médico.