As lesões agudas dos tecidos moles tornam-se crónicas se não forem tratadas adequadamente. No entanto, a maioria das lesões crónicas dos tecidos moles começa por ser crónica. Por exemplo, os contabilistas, carpinteiros, dactilógrafos, etc. estão numa determinada posição durante muito tempo e os seus músculos continuam a contrair-se, mesmo quando param de trabalhar, não conseguem recuperar o seu estado diastólico, alguns durante horas, outros mesmo durante meses. Este fenómeno é conhecido em termos médicos como “tensão residual estática”. As lesões crónicas dos tecidos moles desenvolvem-se gradualmente durante um longo período de tempo e não são facilmente observadas a curto prazo, mas quando os sintomas se tornam aparentes, já ocorreram alterações orgânicas. As lesões crónicas dos tecidos moles começam lentamente e, na sociedade civilizada moderna, as lesões crónicas dos tecidos moles são cada vez mais frequentes. Muitas pessoas estranham o facto de não estarem lesionadas, mas sentem dores no pescoço, nos ombros, nas costas e nas pernas. Isto provoca dores e disfunções locais. Sintomas comuns: 1. dor ou inchaço da área afetada, algum formigueiro ou dor em queimadura. 2) Agravada pelo esforço e aliviada pelo repouso; aliviada por uma atividade adequada e por mudanças frequentes de posição e agravada por uma atividade excessiva. 3 – Restrição dos movimentos da zona afetada. 4) Existência de pontos de pressão na zona afetada. 5. ausência de anomalias no aspeto da zona afetada. A dor pode ser aliviada imediatamente com uma pequena agulha.