Para crianças com início precoce da doença e aquelas cujas lesões envolvem a articulação da anca, é frequentemente recomendado um tratamento cirúrgico agressivo para assegurar a eficácia e prevenir uma maior destruição do osso e da articulação, enquanto que para crianças cujo tratamento foi adiado por mais de 15 dias, o médico determinará se a doença se encontra em fase de recuperação.