Distrofia vulvar, também conhecida como leucoplasia vulvar. É tratada principalmente com uma combinação de medicina chinesa e ocidental. A causa da leucoplasia vulvar ainda não é clara. A leucoplasia vulvar refere-se, de facto, a uma distrofia localizada dos nervos e dos vasos da vulva, que provoca a degeneração dos tecidos e alterações de cor branca. Dependendo das alterações histopatológicas, pode ser dividida em distrofia vulvar hiperplásica, distrofia vulvar mista e distrofia vulvar musgosa esclerosante. Os diferentes tipos de distrofia vulvovaginal apresentam sintomas diferentes. A distrofia vulvar proliferativa é causada principalmente por irritação inflamatória, pelo que a comichão intensa na vulva é frequentemente a causa principal, acompanhada de dor e ardor local. A distrofia vulvar atrófica, algumas das quais são acompanhadas de prurido, manifesta-se principalmente por atrofia vulvar, aderências e despigmentação. Dependendo dos factores patogénicos, a distrofia vulvar pode ser tratada com uma combinação de medicina chinesa e ocidental, mantendo a vulva seca e limpa, comendo alimentos menos condimentados, utilizando cremes hormonais na área afetada ou aplicando pomadas chinesas e loções de ervas para parar o prurido. A fisioterapia também pode ser utilizada para controlar o desenvolvimento da doença e, se necessário, pode recorrer-se à cirurgia para tratar a doença. Em suma, não se deve ter pressa quando se tem leucoplasia vulvar, uma vez que não é fácil de curar. Durante o período de tratamento, é necessário evitar as relações sexuais.