A doença hemolítica neonatal é definida como hemólise imunitária homozigotos devido à incompatibilidade dos grupos sanguíneos materno e infantil, causada pela destruição de glóbulos vermelhos fetais ou de recém-nascidos criados pelos anticorpos IgG da imunoglobulina materna.
A doença hemolítica ABO é a mais comum, representando 85,3% dos casos, enquanto que a doença hemolítica Rh é menos comum, representando 14,6% dos casos.
A gravidade dos sintomas é consistente com o grau de hemólise, sendo as principais manifestações a icterícia, anemia, aumento de reticulócitos e, nos casos graves, edema fetal. A maioria da doença hemolítica ABO é relativamente leve, enquanto a doença hemolítica Rh tem sintomas mais graves, que se podem manifestar como edema fetal, hepatoesplenomegalia e insuficiência cardíaca para além dos sintomas acima referidos, e pode resultar em natimorto em casos graves, ou pode causar sequelas tais como paralisia cerebral, retardamento mental, ou mesmo morte após o nascimento.