É possível curar a doença cardíaca congénita, dependendo do tipo de doença cardíaca congénita. A maior parte das malformações estruturais mais simples, como o forame oval patente, os defeitos do septo auricular e a persistência do canal arterial, são curáveis. No entanto, as cardiopatias congénitas mais complexas, como a cardiomiopatia dilatada, têm uma probabilidade muito baixa de cura.
1) Curáveis: As cardiopatias congénitas curáveis são geralmente malformações estruturais simples que podem ser curadas através da correção cirúrgica da estrutura anormal, como a comunicação interauricular, a comunicação interventricular, o forame oval patente e o canal arterial. O tratamento paliativo é geralmente iniciado à nascença, e a cirurgia radical só pode ser efectuada após um certo nível de desenvolvimento.
2. incurável: Algumas cardiopatias congénitas complexas são difíceis de curar porque envolvem demasiadas estruturas anormais ou lesões demasiado extensas, como a cardiomiopatia dilatada, que não pode ser completamente curada a não ser que se faça um transplante cardíaco, mas a taxa de sucesso não é muito elevada.
Aconselha-se aos doentes com cardiopatia congénita que se dirijam ao hospital a tempo de serem avaliados e examinados para determinar o seu prognóstico e tratamento, a fim de evitar atrasos.