De facto, quando um ortodontista profissional decide extrair ou não um dente, e quais os dentes a extrair, é uma escolha cuidadosa feita após análises sistemáticas (modelos, radiografias, fotografias, etc.). A escolha da extração tem os seus próprios princípios profissionais: tentar não extrair dentes, os casos marginais podem ser corrigidos primeiro, e depois avaliados no tratamento; tentar extrair os dentes maus e os dentes menos importantes para a função e a estética; extração simétrica para evitar a linha média e a má oclusão. Por rotina, os incisivos não são extraídos (tendo em conta a estética) e as cúspides não são extraídas, caso contrário os cantos da boca colapsam e afectam a estética facial. O primeiro molar (a função mastigatória mais poderosa) não será extraído. Não o que estiver mais torto, como muitos pacientes imaginam!