A espondilose cervical pode levar a uma falta de fornecimento de sangue à cabeça, o que pode levar a sintomas de vertigens. O diagnóstico de espondilose cervical na prática clínica requer frequentemente a realização de uma ressonância magnética da coluna cervical. O tratamento é através do uso de uma cinta de pescoço ou exercícios funcionais. Se a vertigem é tão grave que afecta a vida normal, a cirurgia pode ser considerada se necessário, mas os riscos da cirurgia são elevados e as complicações pós-operatórias são mais frequentes. Os pacientes são aconselhados a tomar medicamentos para melhorar a circulação e a nutrição nervosa, tais como comprimidos de extracto de Ginkgo biloba, comprimidos de nicergolina, cápsulas de ciarabina de sódio e comprimidos dispersíveis de metilcobalamina. Evitar movimentos extenuantes do pescoço e inclinação contínua da cabeça, o que pode agravar a espondilose cervical e, consequentemente, a vertigem do doente. É importante dormir o suficiente e evitar ficar acordado até tarde. Brincar com o telemóvel com a cabeça baixa frequentemente também pode agravar o aparecimento de vertigens.