A febre puerperal, se ocorrer entre 24 horas e 10 dias após o parto, deve ser considerada primeiro uma infecção puerperal. Além da infecção puerperal, há várias outras causas de febre puerperal: 1. frio. A fadiga pós-natal e a resistência reduzida facilitam a apanha de constipações e gripes. Para além da febre, é frequentemente acompanhada de sintomas como congestão nasal, corrimento nasal, tosse e dor de garganta. Normalmente com tratamento sintomático, a temperatura corporal baixará. 2. pielonefrite. Existem sintomas tais como urinação frequente, urgência, dor ao urinar e dores nas costas, bem como dores de percussão na zona dos rins da zona lombar e testes de rotina de urina anormais. A hospitalização é necessária para o tratamento anti-inflamatório, que pode voltar ao normal. 3. mastites. A mastite aguda ocorre frequentemente 2 a 6 semanas após o parto, com vermelhidão localizada, inchaço, calor e dor de pressão no peito, ou sensação de flutuação se se tiver tornado séptica. Após tratamento com agentes antibacterianos, a temperatura pode baixar. 4. inchaço do leite. Algumas novas mães têm distensão de leite 2 a 3 dias após o parto porque os canais de leite não estão completamente desobstruídos, o que também pode causar febre, mas normalmente não mais do que 38℃. Depois de o leite ser descarregado suavemente, a temperatura corporal também cairá. 5. insolação Puerperal. Ocorre frequentemente na época de calor do Verão devido às altas temperaturas. Contudo, há também casos noutras estações, principalmente devido às altas temperaturas interiores, falta de ventilação e roupa grossa.