Os doentes com urticária crónica podem geralmente ser vacinados quando o seu estado é bem controlado e não num surto agudo. Se as lesões ou comichão forem graves, ou se houver angioedema, então a vacinação não é apropriada. Além disso, a vacinação real depende do tipo de vacina, e algumas vacinas têm contra-indicações específicas, tais como eczema, otite média purulenta e doenças inflamatórias da pele, que devem ser avaliadas por um médico. Os doentes com doenças crónicas em tratamento ou em mau estado de saúde devem reter a vacinação para evitar que a imunogenicidade da vacina aumente a carga e o desconforto do organismo. Os episódios de urticária crónica apresentam-se frequentemente como uma superfície ventosa, localmente elevada, lisa, rosada ou vermelha com uma auréola vermelha à volta da pele. A vacina pode agravar a reacção alérgica e induzir reacções adversas graves. Recomenda-se que o estado do doente seja bem controlado antes da vacinação e que possa ser tratado com anti-histamínicos como a loratadina sob supervisão médica. A urticária crónica tem uma etiologia e patogénese complexas e uma vasta gama de alergénios. Os doentes devem tentar evitar desencadeadores conhecidos, tais como alimentos, medicação e factores psicológicos para reduzir a urticária recorrente. Os pacientes devem tomar os seus medicamentos regularmente durante o tratamento e esperar que os seus sintomas melhorem antes de seguir o conselho médico sobre vacinação.