A inflamação ginecológica, ou seja, a inflamação dos órgãos reprodutores, tem uma incidência elevada entre as mulheres. As doenças inflamatórias ginecológicas comuns incluem a vaginite, a doença inflamatória pélvica, a cervicite, a anexite e a vulvovaginite, e podem ser divididas em doenças inflamatórias agudas e doenças inflamatórias crónicas. Os sintomas clínicos básicos incluem comichão na vulva, leucorreia anormal, menstruação irregular, micção frequente, micção urgente, cólicas abdominais inferiores e relações sexuais dolorosas. Nas fases iniciais da infeção bacteriana dos órgãos genitais femininos, os sintomas não são normalmente graves e consistem principalmente em prurido vulvar, sendo esta a melhor altura para tratar a doença e controlar mais facilmente a inflamação. A inflamação ginecológica aguda pode envolver o peritoneu e provocar dores fortes no abdómen, enquanto a inflamação ginecológica crónica provoca, normalmente, cãibras no abdómen e dores na zona lombar. O tratamento deve basear-se no tipo de doença, na gravidade, nos agentes patogénicos, na sensibilidade aos medicamentos e noutras condições abrangentes para escolher um tratamento razoável e para se abster de relações sexuais, de duches vaginais e de banhos de banheira durante o processo de tratamento. Os tratamentos clínicos mais comuns incluem medicação, fisioterapia e cirurgia. A inflamação pode recorrer e não pode ser curada. A maioria das doenças inflamatórias pode ser curada com um tratamento atempado.