A hiperplasia endometrial atípica celular não acompanhada, que inclui tanto a hiperplasia simples como a complexa no passado, ocorre em mulheres na perimenopausa e é uma doença benigna. A hiperplasia endometrial atípica celular não complicada é um crescimento excessivo do endométrio, geralmente desencadeado pela estimulação contínua com estrogénios, e ocorre em mulheres na perimenopausa. É uma condição benigna, mas existe a possibilidade de alterações malignas. Trata-se de uma lesão benigna, mas existe a possibilidade de malignidade, pelo que deve ser tratada ativamente quando detectada. A hiperplasia atípica do endométrio, que inclui a hiperplasia simples anterior e a hiperplasia complexa, deve ser tratada com medicamentos sob a supervisão de um médico, como a terapia com progesterona, seguida de uma revisão da patologia endometrial. Quando se constata a existência de hiperplasia endometrial sem atipia celular, é necessário consultar atempadamente um médico, melhorar os exames pertinentes e adotar métodos de intervenção razoáveis sob a orientação do médico para evitar a utilização não autorizada de medicamentos, a fim de evitar o desencadeamento de consequências adversas.