Atualmente, as causas da embolia do líquido amniótico não são claras, mas não se pode excluir que esteja relacionada com uma idade elevada no primeiro parto, rutura uterina, excesso de líquido amniótico, gravidezes múltiplas, contracções uterinas excessivas, rutura prematura das membranas, cesariana, curetagem, placenta prévia, pressão intra-amniótica elevada e abertura dos seios sanguíneos, etc. A embolia do líquido amniótico é uma série de alterações fisiopatológicas, tais como hipertensão pulmonar, hipoxémia, insuficiência circulatória e falência de múltiplos órgãos causada pela entrada de líquido amniótico na circulação materna. Por conseguinte, a embolia do líquido amniótico caracteriza-se por um início rápido da doença, um estado agressivo, imprevisibilidade e uma elevada taxa de mortalidade. O diagnóstico da embolia por líquido amniótico só pode ser analisado através das manifestações clínicas e dos factores predisponentes. Não existem critérios de diagnóstico padronizados internacionalmente para a embolia do líquido amniótico ou indicadores de diagnóstico laboratorial. Por conseguinte, durante o trabalho de parto, as grávidas devem evitar problemas como o traumatismo de parto, a rutura uterina e a laceração cervical. Em caso de desconforto durante a gravidez, deve ser procurada assistência médica atempadamente, de modo a não afetar a saúde.